Boston Metal do Brasil celebra o Dia Internacional da Mulher

Destaques Publicação: 19 de março de 2026

Todo líder já foi (ou ainda é) também um liderado. Neste mês de março, em que se celebra o Dia Internacional da Mulher, três dos principais executivos da Boston Metal e Boston Metal do Brasil compartilham um pouco da inspiração e referência feminina que tiveram ao longo da carreira.

“Minha maior inspiração feminina sempre foi minha mãe. Professora e escritora extremamente competente e dedicada, ela enfrentou a ausência do meu pai com uma força admirável. Mesmo diante das dificuldades, conseguiu criar três filhos com valores sólidos e que hoje são bem-sucedidos em seus caminhos. Com ela, aprendi algumas lições que levo para a vida e para o trabalho: acreditar nas pessoas e dar a cada um a liberdade para fazer suas escolhas e encontrar o caminho para alcançar os objetivos. Minha mãe nunca teve medo de seguir em frente e sua coragem inspira todos que a conhecem. Sou quem sou muito mais pelo exemplo vivo que ela sempre foi do que por qualquer conselho que poderia ter me dado.

Fernanda Fenga – Vice-Presidente Corporativa Sênior da Boston Metal

“Todos os anos, eu reflito sobre quanta sorte eu tive e tenho por estar sempre rodeado de mulheres fortes, inteligentes, tenazes, líderes e iluminadas. E a conclusão é sempre a mesma: não é privilégio só meu. Minha história é repetida com diferentes nuances por todos os lados. Minha avó saiu do Oriente Médio em um navio quando tinha 16 anos e foi parar no Brasil, onde constituiu família. Mesmo analfabeta, era uma das pessoas mais sábias que eu conheci. Minha mãe era a caçula da família, a única que conseguia “dobrar” meu avô, numa época em que o patriarca era absoluto. Fico imaginando quantas pessoas aprenderam a ler e escrever como consequência dela ter ido de charrete dar aula numa fazenda todos os dias durante anos. Eu mesmo fui alfabetizado lá antes da idade escolar. Não tive irmãs, mas quem conhece minha esposa sabe do terremoto ambulante que ela é. E minha sorte foi tamanha que eu tive a alegria de ter uma filha. Eu sempre a descrevi como sendo um “Sherman tank”. E agora uma neta que vai pelo mesmo caminho. Como se não bastasse esses pilares, eu agora convivo e continuo rodeado de mulheres fortes, inteligentes, tenazes, líderes e iluminadas que continuam forjando o caminho que eu trilho na Boston Metal. De volta ao meu argumento inicial, não é privilégio meu. A enorme maioria dos homens tem uma história muito semelhante. O Dia Internacional da Mulher deveria ser celebrado todos os dias. Salve salve, sempre!

Tadeu Carneiro – CEO da Boston Metal

“Com a minha avó Alsira Camarota Giuliano, aprendi muito sobre nos prepararmos para novos desafios, dar valor ao que temos e que cada dia é um novo dia. Ela sempre me lembrou da importância da preparação e foco para executar. Muita saudade de la mia nonna (em italiano). Ela foi uma mulher incrível. Já a minha mãe, que é muito parecida com minha avó, sempre me aconselhou que educação é acima de tudo. Eu pensei em seguir a carreira do meu pai, mas minha mãe me aconselhou a continuar estudando, pois eles precisavam acordar às 3h da madrugada para começar a fabricação dos pães daquele dia. Comecei a estudar numa universidade privada, inclusive eram meus pais que pagavam e queriam continuar pagando. Escolhi sair e prestar o vestibular para a USP, que é estadual. Eles tanto me incentivaram, que eu redigi um livro. A primeira dedicatória é em carinho para meus pais e especialmente para minha mãe. Eles me deram a oportunidade de estudar.

Antonio Cirone – Presidente da Boston Metal do Brasil

Roda de conversa foi convite para a reflexão

Quase 50 profissionais da Boston Metal do Brasil (BMdB), entre mulheres e homens, participaram de uma roda de conversa sobre o Dia Internacional da Mulher. O evento aconteceu em 17 de março, sendo marcado pela trajetória de mulheres que construíram suas carreiras na indústria e que fazem parte do quadro de colaboradoras.

Em seu ponto de fala, a diretora Jurídica, de Riscos e Compliance, Luciana Silveira, reforçou: “Este é um espaço para abrir a mente e a agenda para a discussão, trazer o empoderamento feminino para o ambiente corporativo. Falar da coragem e trajetória das mulheres, que estão construindo a própria autoridade para executarem o trabalho.”

A executiva trouxe um dado relevante, que mesmo com todos os avanços, as mulheres ainda têm um acesso menor a cargos decisórios, especialmente em áreas técnicas e na indústria, e que isso acaba gerando uma pressão. “Quando eu me sentei numa mesa de reunião e era a única mulher, eu pensei: não posso errar”, compartilhou.

Para a head de Tributos, Daniella Aguiar, aos poucos, as mulheres estão conquistando espaço. “Quando comecei minha carreira, eu era de uma consultoria. Visitando clientes, era sempre um head, um diretor ou um gerente homem que me recebia. Só depois fui encontrar uma líder mulher, e era numa indústria”, explicou a gestora.

Daniella contou que foi diretora numa farmacêutica e que, mesmo sendo a sucessora natural para a cadeira, precisou passar por um processo seletivo. “Na primeira vez em que me sentei na mesa de reunião, vi que todos eram homens. Aquela situação me desafiou a pensar como eu poderia formar novas mulheres para me sucederem”.

Assim como as outras colegas, Danielly contou da necessidade de se afirmar, pois era comum seu parecer ser deixado de lado. “Em várias reuniões, meu ponto de vista não era levado em consideração. Então, tive que aprender a me posicionar e opinar no momento certo. Aos poucos a gente vai construindo a credibilidade”, finalizou.

A roda de conversa contou ainda com a participação da vice-presidente Corporativa Sênior da Boston Metal. Dos Estados Unidos, Fernanda Fenga compartilhou que nunca se intimidou, mesmo estando sempre em salas formadas apenas por homens. “Minha mãe me criou dizendo que mulher pode estar onde ela quiser e nunca mudei meu comportamento por situações que enfrentei na carreira”, disse.

A executiva contou que sempre acumulou muitas funções e que as pessoas olhavam para as entregas e pediam outras. “Eu nunca negava. A propósito, tive que evoluir muito para conseguir falar não. Meu crescimento tem um pouco dessa minha personalidade, mas também da competência e das entregas que foram feitas.”

Além de apresentar sua trajetória, Fernanda falou também do legado que quer construir na empresa: “Trabalho para continuar criando um ambiente em que as mulheres não se sintam intimidadas. Se vocês não se intimidarem, vocês conseguirão contribuir, mostrar habilidade, fazer a diferença”, declarou. “Eu tenho certeza de que os líderes desta companhia respeitam a diversidade”, cravou.

Sobre a Boston Metal do Brasil

A Boston Metal do Brasil é pioneira na aplicação da tecnologia Eletrólise de Óxido Fundido (MOE, em inglês) para produção de metais críticos de alto valor. Como uma alternativa eficiente e sustentável, a empresa utiliza rejeitos da mineração e escórias da metalurgia para produzir ferroligas de nióbio, tântalo e estanho, essenciais para a industrialização avançada. Com uma equipe altamente especializada e uma localização estratégica próxima a São João del-Rei, Minas Gerais, ela é uma subsidiária integral da Boston Metal, empresa sediada nos Estados Unidos que está redefinindo a produção global de metais.

Contato: comunicacao@bostonmetal.com

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